Tecnologia no varejo acelera vendas e crescimento

09/11/2020 às 10:33

O cenário turbulento de 2020 impôs grandes desafios às empresas, que conseguiram se manter em operação com a ampla utilização da tecnologia no varejo. Isso porque, com o distanciamento social, empreendedores precisaram adaptar seu modelo de atuação para continuar vendendo.

Manter-se próximo virtualmente, com sua marca viva na mente dos consumidores, tornou-se o principal objetivo a ser alcançado. Para isso, a contratação de redes fixas e móveis com maior capacidade e o aumento dos níveis de segurança de dados, além de equipamentos adequados ao trabalho remoto e a automação de processos proporcionaram  resultados positivos.

Assim, quem agiu rapidamente e conseguiu traçar novos caminhos acabou navegando por águas menos agitadas, segurou o faturamento e manteve colaboradores e operações de forma sustentável.

Quer entender melhor o papel da tecnologia nesse processo? Neste artigo, você encontrará:

  • Novo modelo de consumo pós-pandemia
  • Tecnologia no varejo impulsiona vendas
  • Segurança de dados é a base
  • IoT amplia ganhos

Novo modelo de consumo pós-pandemia

É inegável que a Covid-19 acelerou a digitalização em diversas esferas da sociedade. Nesse sentido, consumo de produtos e serviços é um dos mais representativos pois, historicamente, a maior parte dos comerciantes se apoiava nos pontos físicos para a sustentação do negócio.

Contudo, mesmo com o crescimento constante do e-commerce, muitos negócios se mantinham nesse cenário. Entretanto, durante a pandemia as vendas virtuais assumiram o protagonismo.

De acordo com o Report Neotrust/ Compre&Confie, do 2° trimestre de 2020, observou-se um crescimento de 104% no faturamento do e-commerce no Brasil em comparação com o mesmo período do ano anterior. Dessa maneira, esse movimento representa um salto de R$ 16,2 bilhões para R$ 33 bilhões.

Já o estudo liderado pela EY Parthenon, em julho de 2020, o “novo normal” será baseado em menos visitas a lojas físicas, menos consumo de produtos não essenciais e, em especial, na ampliação das compras ou encomendas via canais digitais.

Comércio Virtual faz parte do “novo normal” (GettyImages)

Entre os resultados mais relevantes, 63% dos entrevistados pretendem visitar menos as lojas físicas, enquanto 60% deles apontaram que gastos com itens supérfluos do dia a dia – como moda e cosméticos – ficarão em segundo plano.

Adicionalmente, o mesmo estudo identificou que 68% das pessoas passaram a cozinhar mais as suas refeições e que 41% comprou mais por meio de serviços de entrega de refeições. Por fim, para 72% dos entrevistados, a adoção de serviços bancários on-line será, cada vez mais, uma realidade no longo prazo.

Em outras palavras, esses dados indicam que o modelo de consumo se transformou com rapidez e que a busca por atender essa população conectadas é uma necessidade. Com tudo isso, a adoção da tecnologia no varejo tende a crescer ainda mais.


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Tecnologia no varejo impulsiona vendas

Assim, a presença no mundo digital só é possível quando a empresa dispõe de uma estrutura digital bem estruturada, que se sustente em um bom serviço de conectividade para suportar contatos digitais com consumidores e eventuais picos de acessos também.

Os aplicativos de mensagens aparecem como uma das ferramentas mais utilizadas pelas companhias, uma vez que negócios de todos os tamanhos podem utilizá-los de diversas maneiras.

Segundo estudo produzido pela Opinion Box, divulgado em fevereiro de 2020, 76% dos usuários do Whatsapp se comunicam com marcas e empresas por meio do aplicativo. Da mesma forma, 65% das pessoas indicam que desejam receber suporte técnico via mensagem e, 61%, promoções de forma regular.

Assim, os varejistas estão cada vez mais atentos a essas questões. Segundo levantamento da Aivo, divulgado em maio de 2020, quase 20% das empresas realizaram investimentos em canais de atendimento digital.

Cibersegurança é a base da tecnologia no varejo

Mesmo com a aceleração do consumo digital ao longo de 2020, muitos ainda têm receio de adquirir produtos ou serviços por meios digitais. Uma das questões primordiais para esse temor é o risco de caírem em golpes e armadilhas para roubo de senhas e dados pessoais.

Assim, 75% dos brasileiros afirmaram temer invasões cibernéticas e ataques virtuais. Esse dado foi identificado em um estudo da Unisys, de junho de 2020.

Segundo o mesmo levantamento, 85% dos entrevistados afirmaram que deixariam de fazer negócios com uma instituição financeira caso descuidasse de suas informações. Outros dois terços (71%) afirmaram sentir-se nervosos ao compartilhar suas informações financeiras com empresas que não sejam seus bancos.

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Com isso, fica clara a necessidade de buscar soluções para manter todas essas informações mais seguras. Os servidores em cloud também aparecem como uma alternativa. Eles permitem o armazenamento de dados com camadas extras de segurança e atuação ampla para resguardar as empresas da perda de informações.

É perceptível que a preocupação com esse tema não é apenas uma questão de adequação à legislação, em especial à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que já está em vigor. Mas também uma preocupação do próprio cliente.

IoT amplia ganhos

Se por um lado, os dados precisam ser coletados e armazenados com o máximo de cuidado, por outro proporcionam o conhecimento mais acurado do cliente, o que permite  aos varejistas a alcançar  maior eficiência na oferta de soluções alinhadas ao seu perfil. 

Assim, uma das principais possibilidades de explorar tais informações é pelo uso de tecnologias como a Big Data e a Internet das Coisas (ou, em inglês, Internet of Things IoT).

IoT é parte da rotina de várias empresas (GettyImages)

Vale destacar que a IoT já começa é parte da rotina de diversas empresas nacionais. Um estudo divulgado em abril de 2020 pela Zebra Technologies identificou que 37% das PMEs brasileiras dispõem de automação inteligente de processos.

Quando se pensa no futuro, o trabalho em nuvens descentralizadas (ou edge computing) foi considerado pela consultoria Gartner como uma das principais tendências para 2021. Nele, a Internet das Coisas pode interagir com diferentes dispositivos e serviços, armazenados em pontos variados.

Conclusão

A tecnologia no varejo é uma realidade desde muito antes da pandemia de Covid-19. Entretanto, o momento atual impulsionou a atuação das companhias frente a um novo comportamento de consumo.

Assim, a Vivo Empresas acredita que os negócios do País podem ser cada vez mais efetivos quando a empresa se volta a uma  atuação mais digital, acompanhando a movimentação dos seus consumidores.

E para apoiar a digitalização do varejo, oferece um portfólio completo de soluções tecnológicas que se adaptam às necessidades de cada empresa.

Nesse sentido, além de serviços tradicionais, como Rede Móvel, Voz Fixa e Banda Larga, oferecemos soluções completas em Conectividade, Equipamentos, Cloud, Segurança, Big Data, Ferramentas de Colaboração, TI, Gestão de Tecnologia e IoT.

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Até a próxima!

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