Hospedagem e compartilhamento de exames: como garantir a segurança dos dados pessoais dos pacientes

Hospedagem e compartilhamento de exames: como garantir a segurança dos dados pessoais dos pacientes

21/08/2020 às 9:00

Com a pandemia da Covid-19, diversos setores da sociedade se valeram dos serviços de conectividade para garantir a continuidade do negócio, adaptando boa parte das operações ao mundo virtual. 

No setor da saúde não foi diferente. Entre outras frentes, a telemedicina liderou a aceleração do processo de digitalização das organizações. Enquanto consultas remotas e compartilhamento de exames online têm promovido o acesso à medicina, é fundamental que essa troca de informações no ambiente virtual seja segura.

Quer saber mais sobre como as novas tecnologias digitais vêm ajudando hospitais, laboratórios e clínicas médicas a assegurar a confidencialidade das informações de seus pacientes?

Neste artigo, você vai ver:

  • Como a tecnologia impulsionou a evolução do setor da saúde
  • Cibersegurança na evolução da telemedicina 
  • Como a tecnologia criar ambientes seguros para o compartilhamento de exames
  • Os produtos da Vivo Empresa para garantir a segurança

Imagem de uma mulher com um bebê de colo e um menino fazendo uma consulta médica pelo pelo computador.
As atendimentos a distância são uma realidade no Brasil. Foto: Getty Images

Tecnologia impulsionou a evolução do setor

A pandemia acelerou a digitalização do setor. Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa feita pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), os atendimentos via aplicativos, softwares ou telefone aumentaram 80% entre julho e agosto.

Tais consultas foram suportadas pela tecnologia, que impulsionou a criação de iniciativas voltadas para a minimização do contato físico.

Logo após o início das medidas de restrições, por exemplo, dois médicos e um publicitário criaram o Missão Covid, uma plataforma de atendimento médico por WhatsApp. Entre março e junho, os profissionais atenderam 92 mil brasileiros.

A mudança também aconteceu no setor público por meio do TeleSUS, o qual já foi usado por 73,3 milhões de brasileiros — 71% dos quais apresentaram melhora nos sintomas de Covid-19.

O setor privado também registrou um crescimento, como, por exemplo, o Hospital Israelita Albert Einstein, que teve aumento de 1330% nas teleconsultas e 2400% nos teleatendimentos.

Processos tiveram de ser digitalizados

Com essa transformação, exames que antes eram impressos e entregues aos pacientes, passaram a ser compartilhados virtualmente. Apesar das diferenças práticas, a manutenção da privacidade do paciente é de responsabilidade da empresa e deve ser priorizada em ambos os formatos

Por isso, é essencial investir na segurança da troca de informações e no uso de plataformas que garantem a confidencialidade dos dados.

Apesar de a telemedicina não ser uma novidade, a pandemia acelerou esse processo. Ao longo dos anos, o Brasil se tornou um grande mercado para as healthtechs e um dos 10 principais do mundo para esse mercado. 

A pesquisa Distrito Healthtech Report 2020 apurou que o segmento saltou de 265 para 542 startups em cinco anos. Desse modo, são US$ 42 bilhões investidos anualmente na área no País, segundo o Global Startup Ecosystem Report, divulgado pela Genome em 2019.

Para que esse modelo funcione, como todos os processos da era da transformação digital, ele deve incluir um investimento em estrutura tecnológica. Além de ter sucesso em aproximar médicos e pacientes, o atendimento médico online também deve funcionar através de uma conexão de qualidade, ágil e segura.

As palavras de ordem para essas interações, portanto, devem ser precaver, garantir e resguardar. Para começar, deve-se dar preferência ao uso de plataformas digitais que garantam a privacidade dos dados nos teleatendimentos.

Também deve ser dada prioridade a conexões privadas de internet, como Wi-Fi protegido por senha forte. Da mesma forma, é preciso atenção com o uso de computadores e celulares. As instituições também devem buscar ferramentas adequadas à sua operação que possam garantir a Segurança das Informações, seguindo a Lei Geral de Proteção dos Dados.

Imagem de mãos de um médico teclando em um computador e a imagem de vários frascos de exames ao fundo para simbolizar o compartilhamento de exames.
Compartilhamento de exames e outros dados dos pacientes devem ser realizados em ambiente seguro. Foto: Getty Images

Tecnologias digitais asseguram a segurança de  ambientes virtuais no compartilhamento de exames

A popularização do home office elevou proporcionalmente o volume dos ciberataques. Um dos mais comuns é o phishing, modalidade na qual o invasor rouba do usuário dados importantes, como senhas, número do cartão de crédito e outras informações pessoais. 

Um estudo conduzido pela consultoria global Capgemini Research Institute, em abril de 2020, apontou que ataques de phishing cresceram 667% desde o início da pandemia

Para estabelecimentos que armazenam informações privadas, como instituições de saúde, investimentos em cibersegurança devem ser prioridade durante todo o período em que seus colaboradores continuarem trabalhando remotamente. 

Veja como a tecnologia digital pode contribuir com esse trabalho:

Cloud

Um estudo da 3w Market, publicado em julho de 2020 sobre os impactos da Covid-19, apontou que a área da saúde tem oportunidades ilimitadas de otimizar seus orçamentos com a atualização dos seus sistemas de coleta e armazenamento de dados, especialmente com a migração para estruturas de nuvem.

As soluções em Cloud são capazes de manter a produtividade das instituições a partir de qualquer lugar, adaptando clínicas e hospitais ao novo modelo de consumo dos clientes. Agora, o digital é prioridade, por isso é imprescindível planejar uma infraestrutura de TI que atenda a esses requisitos.

A abordagem permite o acesso a soluções que viabilizam o processo de digitalização de modo simples e rápido, sem grandes investimentos.

A Vivo Empresas, por exemplo, tem um portfólio abrangente, composto por tecnologias capazes de otimizar as rotinas de trabalho com segurança.

imagem de uma nuvem com um cadeado no meio para simbolizar cloud security.
Usar a Cloud é fundamental para garantir a segurança do compartilhamento de dados em instituições de saúde. Foto: Getty Images

Data Center

Dados, informações e aplicações podem ser alocadas em um Data Center, uma infraestrutura capaz de acomodar os servidores das empresas. Trata-se de um centro de dados composto por equipamentos adequados para suportar as cargas de trabalho das companhias. As instituições podem contratar um espaço nesses ambientes de acordo com as suas necessidades. 

Há a opção, por exemplo, de alugar uma área para acomodar os servidores físicos já pertencentes às organizações, solução chamada de Colocation. Bastante utilizados por companhias com uma infraestrutura de TI robusta, o serviço oferece toda o suporte necessário para garantir o funcionamento adequado dos equipamentos, como climatização, cabeamento e manutenção, entre outros.

O Colocation da Vivo Empresas, por exemplo, ainda é beneficiado pela infraestrutura de conectividade da companhia, garantindo total disponibilidade.

Outra opção de contratação é o Hosting. A modalidade permite, dentro de um Data Center já estruturado, a hospedagem de serviços corporativos, como CRM, controle de estoque e intranet; e web, tais como e-mails, portais corporativos e FTP. Tudo com alta disponibilidade e segurança.

Na Vivo Empresas, a companhia ainda tem direito a um gestor, que é um técnico especializado, para acompanhar o serviço, fazer a gestão de mudanças e a interface com a equipe de operação.

Cibersegurança no acesso às informações pessoais do paciente

Ferramentas de Segurança da Informação são, entre outras funções, as responsáveis por barrar investidas de oportunistas virtuais que tentam roubar dados acessíveis pela internet.

No segmento de saúde, dados sigilosos de pacientes, como histórico de doenças, por exemplo, circulam frequentemente pelo ambiente virtual. Se isso cair na mão de criminosos, pode ser um grande problema tanto para as instituições quanto para o público final.

A Vivo Empresas oferece soluções variadas para a detecção de perigos cibernéticos em redes móveis e fixas, além de mecanismos para combater ou prevenir ciberataques. Entre elas, destacamos:

  • Vivo Filtro Web: realiza o bloqueio do tráfego que não está de acordo com as políticas estabelecidas pela companhia. É uma forma eficiente de impor controles no perímetro da internet para a navegação, bastante útil no contexto de telemedicina;
  • Vivo Wi-Fi Seguro: conta com camadas capazes de controlar e identificar ameaças cibernéticas na rede sem fio;
  • Vivo Navegação Segura: garante uma blindagem a ataques de criminosos desde o link de rede. Ou seja, possibilita um controle completo das informações que circulam pela internet, gerando uma base composta por domínios maliciosos. Com esse histórico, o sistema identifica com maior facilidade quando há algum tipo de ameaça.

Imagem de uma mulher mexendo em frascos com exame de sangue e um homem ao fundo.
Resultados de exames podem ser realizados online, mas é preciso que a instituição tenha um ambiente seguro. Foto: Getty Images

Conclusão

A pandemia impulsionou a aproximação de médicos e pacientes, especialmente diante das orientações de isolamento social, com a popularização do atendimento virtual. No entanto, o avanço da telemedicina ainda requer cuidados redobrados para que dados importantes de médicos e pacientes não caiam nas mãos de cibercriminosos.

Para garantir a segurança na da troca de informações médicas e do compartilhamento de exames online, é preciso apostar em ferramentas que minimizem o risco de ataques, protegendo os dados armazenados nos centros de dados de laboratórios,  clínicas e hospitais.

A Vivo Empresas vem trabalhando para apoiar a digitalização de companhias de diversos tamanhos e setores – e, em especial, das organizações do setor de saúde. Assim, desenvolveu soluções especiais para ajudá-las a superar seus desafios de transformação digital.

Em seu portfólio, aplicações e serviços de  ConectividadeCloud, Data CenterSegurança têm sido as mais demandadas por organizações do segmento para reforçar essa proteção, seja no armazenamento ou no compartilhamento de informações médicas.

Ao trabalhar em estreita parceria com mais de 1,5 milhões de clientes corporativos, reunimos um conhecimento profundo das dores de cada segmento, o que nos permite apoiar, de forma personalizada, a evolução de empresas nos mais diferentes estágios de maturidade digital.

Para saber mais sobre como a tecnologia vem acelerando a evolução do setor da saúde veja o webinar que preparamos especialmente sobre o assunto:

Até breve!

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